domingo, 29 de agosto de 2010

Sobre casamento

A vida, a cada dia me mostra que sou um ser iluminado, completamente normal, racional e controlado que consegue manter a calma e a ternura diante das situações.... NOT.
Alguém avisa que se você está há 9 meses do dia do seu casamento ter PESADELOS constantes com esse dia não é normal??

Pois é, alguém me avisa por que eu tenho. E muitos.

Coerência, não trabalhamos.

sábado, 26 de junho de 2010

sobre @*#

sim, e eu já tô putoo!

paciência, não trabalhamos!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Sobre datas importantes

Um bom amor aos que já têm...

21/05/2010
te amo, honey!

Sobre a volta

"Aos casados há muito tempo, aos que não casaram, aos que vão casar, aos que acabaram de casar, aos que pensam em se separar, aos que acabaram de se separar, aos que pensam em voltar...
Por mais que o poder e o dinheiro tenham conquistado uma ótima posição no ranking das virtudes, o amor ainda lidera com folga. Tudo o que todos querem é amar. Encontrar alguém que faça bater forte o coração e justifique loucuras. Que nos faça entrar em transe, cair de quatro, babar na gravata. Que nos faça revirar os olhos, rir à toa, cantarolar dentro de um ônibus lotado. Tem algum médico aí???
Depois que acaba esta paixão retumbante, sobra o que? O amor.
Mas não o amor mistificado, que muitos julgam ter o poder de fazer levitar.
O que sobra é o amor que todos conhecemos, o sentimento que temos por mãe, pai, irmão, filho. É tudo o mesmo amor, só que entre amantes existe sexo.
Não existem vários tipos de amor, assim como não existem três tipos de saudades, quatro de ódio, seis espécies de inveja.
O amor é único, como qualquer sentimento, seja ele destinado a familiares, ao cônjuge ou a Deus.
A diferença é que, como entre marido e mulher não há laços de sangue, a sedução tem que ser ininterrupta. Por não haver nenhuma garantia de durabilidade, qualquer alteração no tom de voz nos fragiliza, e de cobrança em cobrança acabamos por sepultar uma relação que poderia ser eterna.
Casaram. Te amo prá lá, te amo prá cá.
Lindo, mas insustentável. O sucesso de um casamento exige mais do que declarações românticas.
Entre duas pessoas que resolvem dividir o mesmo teto, tem que haver muito mais do que amor, e às vezes nem necessita de um amor tão intenso.
É preciso que haja, antes de mais nada, respeito.
Agressões zero. Disposição para ouvir argumentos alheios..
Alguma paciência... Amor, só, não basta.
Não pode haver competição. Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas. Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades.
Tem que saber levar. Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência.
Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, contas pra pagar.
Tem que ter disciplina para educar filhos, dar exemplo, não gritar.
Tem que ter um bom psiquiatra.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança...
Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar, 'solamente', não basta.
Entre homens e mulheres que acham que o amor é só poesia, falta discernimento, pé no chão, racionalidade. Tem que saber que o amor pode ser bom, pode durar para sempre, mas que sozinho não dá conta do recado. O amor é grande mas não é dois.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse amor que carrega o ônus da onipotência.
O amor até pode nos bastar, mas ele próprio não se basta..
Um bom amor aos que já têm!
Um bom encontro aos que procuram!
E felicidades a todos nós."

Artur de Távola


- Oi? Demorei mas voltei.
É que agora eu me mudei de cidade, trampo, vida...
Então, vou ali casar dia 22 de maio de 2011 e já volto...
bjs

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sobre novidades.

Agora eu preciso achar um jeito de tirar esse sorriso que teima em nao sair da minha linda cara de boba.
Depois a dona do veneno volta logo com novidades que nem ela mesma acredita!!




A frase recorrente na imaginaçao da Michelle é: "Chuuuuupa Cambada!!!"

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Sobre gente idiota.

Lula recebeu nessa semana o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, para que ele falasse em nome de uma nova ordem mundial.

Oi?

Gente, eu SINCERAMENTE espero que SIM, mas só por desencargo de consciência, vocês sabem quem é esse cara?
Esse cara é financiador e fomentador do terrorismo no Líbano, nos territórios palestinos e no Iraque; é um negador do Holocausto; é um dos artífices de um programa nuclear secreto; é o homem que promete varrer Israel do mapa; é o homem que responde a bala a protestos por democracia; é o líder de um governo que manda para a cadeia e pode mandar para a morte homossexuais só por serem homossexuais e que reprime de modo brutal minorias religiosas; é o homem que foi reeleito num processo flagrantemente fraudado, o que os próprios aiatolás - menos aiatolula - reconheceram; é um dos líderes do Irã que satanizam os EUA e os acusam de responsáveis por todos os males que há no mundo.
Ai gente, eu não sou muito boa pra falar sobre política (gostaria muito), mas ó, esse Lula já me cansou de um jeito...
Lula, aproveita a sua teoria sobre a revolução da esfera celeste e vai pro INFERNO?
BjosNAOmeliga

update: RI LITROS com esse comentário no vídeo: "Deveria ter perdido a LINGUA, não o dedo..." tem gente pior que eu, muahhh




A Michelle acha que nunca na história desse país houve um presidente tão imbecil

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Sobre ter e não ter.

Essa é a segunda vez que escrevo esse mesmo texto, porque o meu computador tem vida própria e as vezes decide me irritar. E muito. Mas enfim, isso é assunto para outro post.
Tem vezes que eu preciso escrever. Escrever pra por pra fora do meu coração os meus fantasmas e angústias que nele estão antes que eles me engulam e me levem pra sei lá onde.
Essa semana eu estou sentimental. Muito mais sentimental do que o normal de sentimental que eu sou. Essa semana eu tô muito mulherzinha., chorando por tudo, querendo tudo, querendo nada... E nessas semanas cenas simples do cotidiano me entorpeceram muito mais do que o normal. Duas em especial me fizeram chorar, de verdade.
A primeira, foi fazendo meu passeio diário pelos blogs que me inspiram. Um deles é o da Oksana que descreveu em dois palitos uma realidade tão simples, mas tão linda, tão o que eu queria para mim... que juro, chorei qdo eu terminei de ler o seu relato sobre todos os intempérios que ela e o "namorido" estão passando com a mudança para a "casa nova deles". Eu não tenho esse tipo de relato, mas o queria. Muito. Sei que um dia posso ter, mas tá muito, muito longe de acontecer.
A segunda foi hoje, logo no comecinho da noite e que sinceramente foi o estopim que me fez escrever esse post. Fui ao supermercado comprar uns itens que minha mae havia pedido e qdo chego estão em casa um casal de amigos de faculdade da minha irmã que mantém uma amizade bacana com a minha família. Eles estavam lá, simplesmente sentados nos banquinhos que existem na áreas dos fundos da minha casa, tomando uma cerveja com o meu pai e contando dentre outras histórias que precisavam ir ao supermercado comprar algumas coisas, tinham também que se organizar para um compromisso importante que teriam na sexta-feira. Nada de mais, mas para mim teve um significado tão terno. A cumplicidade, as coisas corriqueiras que pra muitos não tem tanta importância mas para mim são como verdadeiros tesouros.
Eu durante muito tempo procurei uma companhia em meio a uma multidão de pessoas onde eu pudesse ter e realizar tudo aquilo que eu idealizava antigamente. Até que encontrei, só que as coisas foram mudando e hoje eu tenho uma amor que me dá tudo e mais um pouco daquilo tudo que eu sonhei. Mas não quando e como eu gostaria que fosse.
Isso é que me fez chorar ao ver e ler as duas histórias citadas acima. Eu tenho todo o amor que eu sonhei nessa vida. Mas só aos fins de semana e feriados.
Eu o tenho.
Mas aos mesmo tempo não o tenho.
Entende?



Um dia, o Cazuza disse pra Michelle que a solidão a dois de dia, faz calor, depois faz frio.