quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Sobre tudo aquilo que eu queria que você soubesse.

Eu queria que você soubesse que se houver alguma palavra que eu ainda não tenha dito a você, essa palavra é : Obrigada.
Eu queria que você soubesse que eu sou extremamente grata por você ter aceito me amar. Aceito amar o meu amor. Aceito dar uma chance ao que auquela sua amiga louca propôs naquela noite de quarta-feira há um ano atrás.
Eu queria que você soubesse que ao me olhar no espelho, não reconheço mais no reflexo que vejo aquela menina que vi durante tanto tempo. Queria que soubesse que com você eu aprendi muitas coisas. Transformei tantas outras. Reciclei mais algumas também. Tudo, para que o amor que estava só nos sonhos pudesse acontecer, para que ele pudesse ficar exatamente dessa forma: Perfeitamente imperfeito.
Eu também queria que você soubesse que mesmo com toda essa distância, o meu sentimento por você não diminuiu um milimetro. Claro que em alguns momentos a tristeza torna-se maior do que qualquer outro, porque como qualquer mortal eu também queria o meu abraço no fim do dia. Mas eu também entendo que você quer e precisa de mais, e somente o poderá encontrar trilhando esses caminhos longinquos que levam aonde você está.
Mas olha, eu queria que você soubesse ainda que eu tô aqui esperando por você. Eu te espero pra te abraçar quando der. Eu te espero pra te olhar de perto. Eu te espero pra te beijar longa a lentamente. Espero porque você é o meu namorado, meu querido, meu japonês preferido, meu amante, meu amigo, meu companheiro, algo que resume tudo isso que eu disse até agora: meu verdadeiro amor.
Eu queria que você soubesse que eu te amei, que eu te amo mais que tudo e que vou te amar ainda mais em todos os futuros que a gente puder chegar.
E, finalizando, eu queria que você soubesse que você é a única e verdadeira razão de muita coisa.
Você é o homem que eu sempre quis ter. E olha que coisa... Eu tenho!!
Obrigada por me amar, meu amor.

Te amo.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Sobre esquecimento.

Lembram-se quando eu disse que iam começar a me esquecer?
Pois é..

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Sobre ele.


Minhas tardes de folga ainda serão com você, Jhonny.

Sobre Gripe II

É minha gente, não é tão cedo que vou desta pra melhor (ou não).
Gripe comum. Pelo mesnos por enquanto.
Precisam colocar meu bonequinho em lugar coberto. Tá vendo o que que dá?
Beijos.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Sobre gripe.

É eu estou gripada.
Sorte pouca é bobagem. Se daqui três dias eu não morrer, não é suína.
Beijos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Sobre saudade.

saudade (a-u)
s. f.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
3. Bot. Suspiro (planta dipsacácea).
4. Nome dado no Brasil a várias plantas.

saudades
s. f. pl.
5. Lembranças; recordações; cumprimentos.

"foco não é o nosso forte..."

Sobre coisas ao mesmo tempo.

Já disse a vocês minha amada meia dúzia de leitores que converso basicamente com as mesmas 5 pessoas todos os dias, não é?. Como nessa minha vida medíocre NADA, absolutamente NADA acontece, eu meio que fico na minha, pensando na vida, como eu poderia mudar e blawhiskas. Aí nessa situação, algumas delas me perguntam o porquê de eu estar triste.
É aí que está a questão.
Eu não estou triste. Mas ao mesmo tempo eu não estou feliz. Estou feliz e triste ao mesmo tempo. Você me entende?
Meu estado é tão catatônico que eu tenho a nítida impressão de que o mundo está girando, as coisas mudando, o tempo passando, mas não para mim. Nada do que acontece faz o menor sentido. As coisas não andam, estão paradas no mesmo lugar, é isso que me deixa para baixo. Eu não gosto da situação e não tenho forças para modifica-la de tão apática que estou. Com o mundo, com a vida e principalmente comigo mesma. Você me entende?
As vezes acredito que estou tão triste, mas tão triste, e há tanto tempo, que essa tristeza já tornou-se parte de mim. Me acostumei a estar triste, entende?.
Mas daí, as vezes, eu penso que estou feliz. E por estar feliz, prefiro continuar no chão no qual muitas vezes cai de bunda. Só eu sei o quanto dói cair nesse chão duro por conta de tanta felicidade. Então eu fico po lá mesmo, é meio que mais cômodo, sabe?
De fato, o que perturba é eu entender que os ventos dessa vidinha patética, são consequência do meu próprio sopro.
Queria assoprar tudo isso para bem longe.
Eu me sinto assim. Também me sinto o oposto de tudo isso.
Você me entende?