terça-feira, 27 de maio de 2008

Coisas que me irritam.


P-R-O-F-U-N-D-A-M-E-N-T-E irritada com uma mistura de tudo que me irrita no mundo com uma dose de sarcasmo do destino.
hunf

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Escolhas.


" Eu não vou, mas o tempo vem aqui..."



Sempre nos deparamos com situações onde temos que escolher: Roupa, sapatos, cor de cabelo. Tudo tem que ser escolhido.

Mas para alguém exagerado, jogado aos seus pés, eu sou mesmo exagerado (/cazuza), como eu, é sempre complicado escolher.

Essa semana meu poder de escolha foi posto à prova novamente. Tive que escolher entre duas coisas: Uma que amei. Amei, amei, amei tanto que até me doía. E outra que sempre amei. Mas hoje estou aprendendo a amar de uma forma diferente.

Eu tive que escolher entre duas incertezas. A incerteza do que foi e poderia voltar a ser e a incerteza do que foi e poderá vir a ser.

Eu tive que escolher entre dois sentimentos: Sentimentos em montanha-russa e sentimentos em mutação.

Eu tive que escolher entre dois céus estrelados: Um com cheiro inexplicável de erva-doce e outro com cheiro de "humor".

Eu tive que escolher entre duas necessidades: A de continuar a lutar e a de mudar o foco da luta.

Eu tive de escolher entre duas músicas: Barão ou o resto de todas elas.

Eu tive que escolher entre dois sentimentos: A paz e a doçura. Dessa vez escolhi os dois. Por que percebi que eles se encontravam sempre nas opções que eu nunca imaginei. Foi difícil, mas acho que foi a mais acertada. Pelo menos por enquanto...

Tudo tem que ser escolhido um dia, não é?
Mas dessa vez, quem decidiu mudar o rumo da história, fui eu!

domingo, 25 de maio de 2008

Que seja doce!



Ah, ia esquecendo:

" Que seja doce, que seja doce, que seja doce, que seja doce, que seja doce, que seja doce, que seja doce. Sete vezes que é pra dar sorte..."


=D


Mais.

"Teu sorriso eu vou deixar na estante pra eu ter um dia
melhor..."




Sabe, eu quero mais!! Careta no retrato, alegria na palavra, vida na semana, loucura na brincadeira, verdade no que poderá vir a ser, doçura nas ações, festa nos pensamentos.


Mas antes quero refletir. Digerir. Entender. E principalmente sentir. Não por medo, mas por precaução. As certezas nunca me fascinaram, mas aprendi que é bom previnir!


Hoje as mesmas estrelas começam a fazer um sentido completamente diferente. E o cheiro de erva-doce já está dando lugar a um outro... Que virá. Aos poucos. Como tudo tem que ser... Para ser completo.


terça-feira, 20 de maio de 2008

Tecendo.



"(...) que estava disposto, que eu teceria. Que eu teço. "


Então, como Caio F. Abreu, quem sabe um dia, em um lugar qualquer desse universo, finalmente eu encontre alguém que aceite e acompanhe tanto meus sonos demorados quanto minhas insônias insuportáveis... "

terça-feira, 13 de maio de 2008

Por Natureza.



"exagerado, jogado aos teus pés, eu sou mesmo
exagerado..."

Sabe aquelas pessoas que não têm sex-appeal? Que não são sensuais? Que são totalmente desastradas? Que andam tropeçando, esbarrando em pessoas, árvores, postes? Que derrubam, quebram, entortam coisas que não poderiam ser derrubadas/quebradas/entortadas?
Então, sou uma delas. Então para ter algo interessante para mostrar eu escrevo, sabe?
Escrevo para sentir o mundo. Para seduzir a vida...

domingo, 27 de abril de 2008

Era uma vez...



"... eu tô falando de amor, e não da sua doença..."


... Uma menina que era muito feliz. Ela tinha começado a faculdade e estava na melhor fase de sua vida. Além de estudar, saía com as novas amigas que tinha conquistado, fazia festa, dava risada, brincava com a vida. Crescer? Pra quê? – pensava ela -. E cá para nós, ela não estava errada, ela ainda tinha mais três anos para brincar de ser adolescente antes de ter de crescer definitivamente.
Mas o tempo passou e ela conheceu o que achava ser o príncipe encantado. Ele só não tinha o cavalo branco. E começaram o seu conto de fadas, lutando contra tudo e contra todos. Roteiro lindo, se não fosse trágico.
E com o tempo, o príncipe foi mostrando-se dragão. Enclausurando a menina feliz. Desrespeitando a menina feliz. Manipulando a menina feliz.
Ela tornou-se triste. Seus olhos não transbordavam mais felicidade. Ela agora carregava um fardo totalmente desnecessário, mas carregava. A menina não mais sorria, a menina não mais falava sobre coisas leves, a menina não mais fazia coisas boas e divertidas, não tecia novos laços de amizade, não tinha tempo para fortalecer os antigos, não tinha novas experiências. Não tinha mais tranqüilidade. Não tinha mais paz.
Esse conto de fadas ainda não terminou, mas a autora se pudesse redigir o roteiro final, diria que em uma bela tarde, a menina acordou para a vida e foi vivê-la. Deixou o príncipe-dragão de lado e foi ser feliz. Deixou para trás todo desrespeito, toda a amargura, toda a pressão, toda a doença e foi ser feliz. Foi viver novas aventuras, foi viver novas experiências, foi ser plena, como tinha direito. Foi ser livre, como merecia.

E viveu feliz para sempre.

Ps: Amiga, foi para você...